Zinco eletrodepositado
A base da galvanoplastia industrial.
Automotivo · duas rodas · mercado geral
- ISO 2081:2008, Tabela 1
- Espessura de 5 a 25 µm
Proteção sacrificial de baixo custo. É o ponto de partida de tudo que veio depois.
Cada geração resolveu o problema da anterior e trouxe um novo. Aplicamos todas — e é por isso que podemos conduzir a migração de um sistema para outro sem trocar de fornecedor. Cada número abaixo vem com a norma, o critério e a origem do dado.
A base da galvanoplastia industrial.
Automotivo · duas rodas · mercado geral
Proteção sacrificial de baixo custo. É o ponto de partida de tudo que veio depois.
Alta resistência à corrosão. Regulado, não superado.
Aeroespacial · defesa · nuclear · offshore
Proteção sacrificial de alta resistência, compatibilidade galvânica com alumínio e torque-tensão em rosca. Restrito na UE desde 1991 — com isenção mantida para offshore, nuclear e aeroespacial.
A primeira geração normalizada.
Óleo e gás · industrial pesado
Passivação de cromo hexavalente. Foi um salto de uma ordem de magnitude sobre o zinco.
Torque consistente, ao preço de um problema novo.
Óleo e gás · parafusaria de alta pressão
Atrito baixo e torque previsível. Mas o aperto na instalação danifica o revestimento — e os PFAS, família que inclui o PTFE, estão sob proposta de restrição na União Europeia desde 2023.
O padrão de hoje, sem cromo hexavalente.
Óleo e gás · aeroespacial · automotivo
A migração foi forçada por lei: cromo hexavalente zerado no automotivo europeu em 1º de julho de 2007.
O revestimento do futuro, aplicado aqui.
Substitui todas as gerações anteriores
Camadas de escala nanométrica alternando zinco e níquel. Um defeito faz a corrosão caminhar entre as camadas em vez de descer até o aço.
O revestimento metálico protege por sacrifício; o orgânico faz barreira e controla o atrito. Juntos, o desempenho não soma — multiplica.
| Base metálica | Camada orgânica | Névoa salina | Observação |
|---|---|---|---|
| NanoGalv® | Xylan® | acima de 10.000 h dado de fabricante | O topo de proteção do portfólio: barreira nanolaminada + barreira orgânica. |
| Zinco-níquel | PTFE de linha própria | acima de 3.500 h ensaio em laboratório externo | O sistema de óleo e gás mais vendido da linha. Ensaio em laboratório externo contratado pela Sapucaia — acima de 3.000 h a câmara própria não alcança. |
| Zinco-níquel | Xylan® 1070 · base solvente · 16 µm | acima de 3.900 h material técnico Sapucaia | Faixa de trabalho de −195 °C a 260 °C. Quase quatro vezes o Zn-Ni sozinho, com controle de atrito somado. |
| Zinco-níquel | Xylan® 1424 · base água · 16 µm | acima de 3.300 h material técnico Sapucaia | Faixa de trabalho de −20 °C a 180 °C. |
Ensaio acima de 3.000 h é feito fora: em laboratório externo contratado, em laboratório acreditado ISO/IEC 17025, ou o dado é do fabricante da tecnologia. Cada número no site diz qual dos três.
Trabalhamos contra a especificação do OEM, não contra uma tabela genérica. Diga a norma e indicamos o sistema.
| Origem | Especificação | Tema |
|---|---|---|
| Petrobras | I-ET-3010.00-1200-251-P4X-001 | Revestimento de fixador |
| Petrobras | N-215 | Zn, Zn-Ni e PTFE |
| Saudi Aramco | 09-SAMSS-107 | Revestimento de fixador |
| ExxonMobil | GP 56-02-13 | Revestimento de fixador |
| Shell | DEP 30.48.00.32 | Revestimento de fixador |
| API | 20E / 20F | Fixador para óleo & gás e subsea |
| API | Specification 6A | Calibração de estufa |
Na nossa linha, o NanoGalv® (zinco-níquel nanolaminado, ASTM B1025) passa de 10.000 horas até corrosão vermelha — dado de fabricante. O sistema NanoGalv® + Xylan® também fica acima de 10.000 horas. Em seguida vêm os sistemas combinados de zinco-níquel, sobre base de 8 a 15 µm: acima de 3.500 horas com o fluoropolímero de linha própria, em ensaio de laboratório externo; acima de 3.900 horas com Xylan® 1070 e acima de 3.300 horas com Xylan® 1424, conforme o material técnico. Depois o zinco-níquel classe 2 trivalente, com ≥ 1.000 horas; o cádmio, com 1.000 horas em ensaio acreditado ISO/IEC 17025; o zinco-níquel classe 1, com 720 horas; e o zinco eletrodepositado, de 48 a 192 horas conforme ISO 2081.
Não para estas aplicações. O cádmio é restrito na União Europeia desde 1991, mas com isenção mantida para offshore, nuclear e aeroespacial. Ele é regulado, não superado: em compatibilidade galvânica com alumínio e em torque-tensão em rosca ainda é referência. Onde a norma permite substituir, o caminho natural é zinco-níquel ou NanoGalv®.
Porque as especificações de OEM que regem o PTFE em parafusaria — Petrobras I-ET-3010.00-1200-251-P4X-001, Aramco 09-SAMSS-107, ExxonMobil GP 56-02-13, Shell DEP 30.48.00.32 — tratam de atrito e torque, não de horas de corrosão. O PTFE entrega torque previsível, mas o aperto na instalação danifica o revestimento. Em sistema combinado sobre zinco-níquel, o conjunto passa de 3.500 horas com o fluoropolímero de linha própria e de 3.900 horas com Xylan® 1070 — o número é do sistema completo, não do fluoropolímero isolado.
Sim, em câmara própria, de 120 a 3.000 horas. Acima de 3.000 horas o ensaio é feito em laboratório externo com padrão acreditado ISO/IEC 17025, ou o dado é do fabricante da tecnologia — e o site diz sempre qual é qual.