Zinco eletrodepositado
A base da galvanoplastia industrial.
Automotivo · duas rodas · mercado geral
- ASTM B633
- ISO 2081:2008, Tabela 1
- Espessura de 5 a 25 µm
Proteção sacrificial de baixo custo. É o ponto de partida de tudo que veio depois.
Cada geração resolveu o problema da anterior e trouxe um novo. Aplicamos todas — e é por isso que podemos conduzir a migração de um sistema para outro sem trocar de fornecedor. Cada número abaixo vem com a norma, o critério e a origem do dado.
Novo no assunto? Comece por o que é galvanoplastia — o que a corrente faz, onde ela difere da galvanização a fogo e como se forma o preço.
A base da galvanoplastia industrial.
Automotivo · duas rodas · mercado geral
Proteção sacrificial de baixo custo. É o ponto de partida de tudo que veio depois.
Alta resistência à corrosão. Regulado, não superado.
Aeroespacial · defesa · nuclear · offshore
Proteção sacrificial de alta resistência, compatibilidade galvânica com alumínio e torque-tensão em rosca. Restrito na UE desde 1991 — com isenção mantida para offshore, nuclear e aeroespacial.
A primeira geração normalizada.
Óleo e gás · industrial pesado
Passivação de cromo hexavalente. Foi um salto de uma ordem de magnitude sobre o zinco.
A barreira química sobre a proteção galvânica.
Óleo e gás · parafusaria de alta pressão
O zinco-níquel responde pela proteção galvânica; o PTFE acrescenta o que o metal sozinho não tem — resistência química ao meio e atrito previsível, que faz o torque de montagem virar carga de aperto e permite desmontar anos depois.
O padrão de hoje, sem cromo hexavalente.
Óleo e gás · aeroespacial · automotivo
A migração foi forçada por lei: cromo hexavalente zerado no automotivo europeu em 1º de julho de 2007.
O revestimento do futuro, aplicado aqui.
Substitui todas as gerações anteriores
Camadas de escala nanométrica alternando zinco e níquel. Um defeito faz a corrosão caminhar entre as camadas em vez de descer até o aço.

O revestimento metálico protege por sacrifício; o orgânico faz barreira e controla o atrito. Juntos, o desempenho não soma — multiplica.
| Base metálica | Camada orgânica | Névoa salina | Observação |
|---|---|---|---|
| NanoGalv® | Xylan® | Alta resistência | O topo de proteção do portfólio: à barreira nanolaminada o Xylan® acrescenta resistência química ao meio e atrito previsível na junta. Para o seu ativo, o comercial dimensiona o sistema e informa o ensaio aplicável. |
| Zinco-níquel | PTFE Sapucaia | acima de 3.500 h ensaio em laboratório externo | O sistema de óleo e gás mais vendido da linha. Ensaio em laboratório externo contratado pela Sapucaia. |
| Zinco-níquel | Xylan® 1070 · base solvente · 16 µm | acima de 3.500 h material técnico Sapucaia | Faixa de trabalho de −195 °C a 260 °C — a mais larga da linha. Mais de três vezes e meia o Zn-Ni sozinho, com controle de atrito somado. |
| Zinco-níquel | Xylan® 1424 · base água · 16 µm | acima de 3.500 h desempenho especificado pela Sapucaia | Faixa de trabalho de −20 °C a 180 °C. Base água, para componente de processo em que a inércia química do fluoropolímero é o requisito. |
A Sapucaia opera câmara de névoa salina própria e calibrada, em ASTM B117 e NBR 8094. Parte dos números publicados vem de laboratório externo ou do fabricante da tecnologia — e cada um declara qual, na própria linha da tabela.
Trabalhamos contra a especificação do OEM, não contra uma tabela genérica. Diga a norma e indicamos o sistema.
| Origem | Especificação | Tema |
|---|---|---|
| Petrobras | I-ET-3010.00-1200-251-P4X-001 | Revestimento de fixador |
| Petrobras | N-215 | Zn, Zn-Ni e PTFE |
| Saudi Aramco | 09-SAMSS-107 | Revestimento de fixador |
| ExxonMobil | GP 56-02-13 | Revestimento de fixador |
| Shell | DEP 30.48.00.32 | Revestimento de fixador |
| API | 20E / 20F | Fixador para óleo & gás e subsea |
| API | Specification 6A | Calibração de estufa |
Na nossa linha, o NanoGalv® (zinco-níquel nanoestruturado, ASTM B1025-25) passa de 10.000 horas a partir de 10 µm, em ensaio ASTM B117 da Modumetal, até corrosão vermelha — dado de fabricante. Em seguida vêm os sistemas combinados de zinco-níquel, sobre base de 8 a 15 µm: acima de 3.500 horas, tanto com o PTFE Sapucaia — em ensaio de laboratório externo — quanto com Xylan® 1070 e Xylan® 1424. Depois o zinco-níquel classe 2 trivalente, com ≥ 1.000 horas; o cádmio, com 1.000 horas em ensaio acreditado ISO/IEC 17025; o zinco-níquel classe 1, com 720 horas; e o zinco eletrodepositado, de 48 a 192 horas conforme ASTM B633 e ISO 2081.
Não para estas aplicações. O cádmio é restrito na União Europeia desde 1991, mas com isenção mantida para offshore, nuclear e aeroespacial. Ele é regulado, não superado: em compatibilidade galvânica com alumínio e em torque-tensão em rosca ainda é referência. Onde a norma permite substituir, o caminho natural é zinco-níquel ou NanoGalv®.
Resistência química ao meio e atrito previsível no aperto — é por isso que as especificações de OEM que regem o fluoropolímero em parafusaria (Petrobras I-ET-3010.00-1200-251-P4X-001, Aramco 09-SAMSS-107, ExxonMobil GP 56-02-13, Shell DEP 30.48.00.32) tratam de atrito e torque. Quem sustenta a proteção contra corrosão é a base metálica, porque o aperto na instalação marca a camada orgânica: sobre zinco-níquel, o sistema fica acima de 3.500 horas com o PTFE Sapucaia e com Xylan® — o número é do sistema completo.
Sim, em câmara própria e calibrada, conforme ASTM B117 e NBR 8094. Parte dos números publicados vem de laboratório externo ou do fabricante da tecnologia — e o site diz sempre qual é qual, número a número.